O Ministério Público do Trabalho (MPT) de São Paulo iniciou uma investigação sobre as circunstâncias do trágico acidente que resultou na morte do operário Rafael Gomes de Abreu, soterrado em um canteiro de obras no campus da Universidade de São Paulo (USP) em Piracicaba. O incidente ocorreu na tarde de quinta-feira, 16 de abril, e levantou preocupações sobre a segurança no local de trabalho.

Acidente e Resgates: Uma Tragédia em Plena Atividade

Rafael Gomes de Abreu ficou completamente soterrado após um desmoronamento durante a execução de obras. Apesar dos esforços das equipes de resgate, que chegaram a reanimá-lo antes de ser transportado à Santa Casa de Piracicaba, o trabalhador não resistiu aos ferimentos, e sua morte foi confirmada na manhã seguinte.

Responsabilidade Atraí Olhares do MPT

Em nota, o MPT informou que está apurando a responsabilidade da Universidade de São Paulo e da Novabrico Construções, empresa encarregada dos serviços na obra. O órgão destacou que irá investigar as causas do acidente, buscando entender se houve negligência na segurança do trabalho, um tema que exige atenção redobrada em empreendimentos desse porte.

Nota de Pesar e Apoio às Famílias

A Universidade de São Paulo expressou profundo pesar pela morte de Rafael e ressaltou que todas as medidas de socorro foram tomadas imediatamente após o acidente. Em sua comunicação, a universidade se solidarizou com a família e amigos do trabalhador, destacando a importância de um ambiente de trabalho seguro.

A Resposta da Novabrico

A Novabrico Construções também se manifestou, afirmando que está colaborando com as autoridades e prestando apoio à família da vítima. A empresa reconheceu a gravidade do ocorrido e reafirmou seu compromisso com a segurança no trabalho. As circunstâncias do acidente estão em investigação, e a empresa promete transparência no processo.

Desdobramentos e Medidas Futuras

Com a área do acidente isolada e as atividades suspensas, as avaliações técnicas estão em andamento. O caso levanta questões sérias sobre a segurança em canteiros de obras e a necessidade de rigor na fiscalização das condições de trabalho. O MPT se compromete a acompanhar de perto as investigações e a garantir que lições sejam aprendidas para evitar tragédias similares no futuro.

Fonte: https://g1.globo.com

Compartilhar.
Deixe Uma Resposta

Olá vamos conversar!